Trump busca cobrar 367 milhões em multas de imigrantes que já deixaram os EUA
EL RIGOR · 7 de agosto de 2026, 08:59 · 2 min de leitura
Contrastado em fontes de Gaceta
A Administração Trump buscará cobrar quase 367 milhões de euros em multas de imigrantes em situação irregular que já deixaram os Estados Unidos, segundo publica o meio digital Gaceta. A informação, divulgada nesta sexta-feira, situa a medida no contexto do endurecimento migratório impulsionado pelo Executivo estadunidense.
O artigo da Gaceta não especifica o número de afetados nem o prazo de pagamento. Tampouco detalha a base legal sobre a qual se sustentariam as sanções nem o mecanismo concreto que Washington empregaria para executar as cobranças sobre pessoas que já não residem em território estadunidense.
Uma cifra sem contraste independente
O valor reclamado, quase 367 milhões de euros, procede unicamente da informação publicada pela Gaceta. O meio não precisa o equivalente em dólares nem cita documentos oficiais ou declarações textuais de responsáveis da Administração Trump que respaldem a operação.
A notícia introduz um elemento inédito no debate migratório: a persecução econômica transfronteiriça de quem já não está sob jurisdição territorial dos EUA. Segundo a informação manejada pela Gaceta, a iniciativa afetaria potencialmente cidadãos espanhóis e latino-americanos que retornaram a seus países após terem permanecido em situação irregular na América do Norte.
Perguntas sem resposta
A ausência de detalhes sobre o procedimento de cobrança e a base jurídica deixa em aberto questões relevantes: quais vias legais existem para reclamar multas a estrangeiros que já não estão no país, se haverá recurso à cooperação internacional ou a embargos sobre bens, e que precedente essa via poderia estabelecer para futuras administrações.
Por enquanto, a iniciativa permanece em fase de anúncio, segundo a fonte citada. Esta informação procede de um único veículo e não foi contrastada com outras fontes independentes. A cifra de 367 milhões de euros deve ser tomada como um dado publicado pela Gaceta, não como um valor verificado de forma independente.
Peça redigida e traduzida de forma automatizada a partir de fontes contrastadas de vários países.